Catedral de Tudela, Espanha

 

 

Delicada intervenção de conservação dos elementos pétreos do claustro da Catedral. Esta joia do Românico padece de uma patologia da pedra que requer uma análise rigorosa e uma intervenção específica e adequada em função do estado de partida em cada elemento. Sob estes critérios utilizaram-se diferentes procedimentos agrupados em três fases, de limpeza e eliminação de estratos prévios, de adesão de fragmentos e fechamento de fendas e, finalmente, de implantação de proteções provisórios e de adoção de medidas de conversação preventiva. Para a limpeza, segundo cada caso, utilizou-se a desincrustação fotónica, micro-projeção de partículas de pedra pomes ou meios mecânicos como espátula de ultra-sons ou bisturi.

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